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Kit - Paisagens urbanas


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Produtos do kit

  • Retratos falantes

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Descrição Geral

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De: Luisa Frey

Ilustrações: Nicola Tenderini

 

Através da gastronomia, jornalista brasileira conduz leitor pelo cotidiano da cidade das águas.
Assim como falar de história, de arte ou de arquitetura, falar de gastronomia em Veneza é repleto de significações. O historiador Massimo Montanari define o alimento como um elemento decisivo da identidade humana e as práticas alimentares como um ponto de encontro entre culturas diversas fruto da circulação de pessoas, mercadorias, técnicas e gostos. Veneza, aquela que mediava as relações entre Oriente e Ocidente, era ponto de parada dos peregrinos que rumavam à Terra Santa, e sempre recebeu visitantes de todas as partes, possui uma culinária que é um verdadeiro melting pot. (p. 11)
A formação de Veneza, no nordeste da Itália, é associada à construção da igreja de San Giacomo, em 421. Com 117 ilhotas, mais de 450 pontes e nenhum automóvel convencional, a cidade é famosa por seus 177 canais e os tradicionais passeios de gôndola. Classificada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, Veneza tem como principais cartões postais a Basílica de San Marco e a ponte de Rialto, no Canal Grande.
Mas não só dos clichês do romantismo e do turismo é composta a localidade italiana. Ao gosto de Veneza, livro-reportagem de autoria de Luisa Frey, mostra que pessoas como o peixeiro Marco, do Mercado de Rialto, o casal de agricultores Dariella e Gastone, da ilha de SantErasmo, o confeiteiro Giorgio, de Burano, e o garçom Claudio do tradicional Caffè Florian, na Praça San Marco, são quem mantêm Veneza, a metrópole das águas, viva.
Em uma bela narração, o leitor é conduzido pelo cotidiano e pelo passado de Veneza, passando por sua origem, desenrolar histórico e suas transformações sociais fusão de diversas culturas ao longo dos séculos. A obra traz preciosas informações sobre a tradição gastronômica veneziana, através de receitas e relatos de personagens ligados à culinária e à gastronomia, que, com amor e dedicação, mantêm na cidade feiras livres, vinhedos, adegas, restaurantes e bares, tudo com apropriado equilíbrio entre o caráter artesanal e a assimilação de importados como a cachaça brasileira. O livro é um convite para um passeio pelas ruas e canais e pela particular rotina da cidade, que desperta curiosidade e faz de Veneza um destino turístico tão procurado.

 

Capa e projeto gráfico de Maurício Tussi, Jonathas Mello e Luisa Frey
18 x 18 cm | 128 páginas
Ilustrações coloridas
ISBN 978-85-7234-449-4


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De: Cristiano Mascaro

Textos: Antonio Candido, Rubens Fernandes e Sebastião Salgado

 

Existe uma realidade insuspeita na cidade, em meio ao caos urbano. Um espetáculo de sutilezas que brota das linhas escuras, sujas e tristes.
Armado de sensibilidade e técnica, Cristiano Mascaro imortaliza alguns desses quadros da cidade de São Paulo.

Projeto gráfico de Fernando Moser
26 x 26cm | 120 páginas
100 fotos p&b | capa dura
ISBN: 978-85-7234-421-0


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Apresentação: João Farkas

A fotografia de Thomaz Farkas revela um profundo amor pelo homem, pela cultura e pela própria vida. Seu olhar fotojornalístico documentou décadas importantes da história brasileira, em que se destacam inesquecíveis imagens sobre a construção de Brasília.


Projeto gráfico de Kiko Farkas
28 x 28 cm | 144 páginas
92 fotos p&b | capa dura
ISBN 85-06-02575-3


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De: Claudio Edinger

Texto: Simonetta Persichetti e Rubens Fernandes Júnior

 

Trata-se, em amplo sentido, de uma antologia de fotos de um artista que, buscando a transcendência, impõe muitas vezes um sentido dramático a seu trabalho.
Em Isso é o que é estão reunidos 30 anos de busca e produção de um fotógrafo que confessa sua fé na fotografia. E mais: tendo alcançado já reconhecimento internacional, revela-se mais inquieto na maturidade.
Nascido no Rio de Janeiro, mas paulistano por ter sido criado em São Paulo, as fotografias de Cláudio Edinger, a par do deleite estético que se frui ao contemplá-las ou mesmo esmiuçá-las, apresentam-se carregadas de idéias (aqui elas são verdadeiras falas) muitas vezes marcadas pelo insólito ou pelo trágico.
O que Edinger pretende e consegue provar com seu trabalho é o poder que a fotografia possui de proporcionar conhecimento: Não sei de melhor instrumento de conhecimento que a fotografia. Se os filósofos antigos pudessem fotografar, teriam solucionado algumas de suas grandes questões afirma.
Os dois textos que preenchem este livro, um de Simonetta Persichetti: Dançando com a luz; outro de Rubens Fernandes Júnior: Ver a si mesmo, são competentes introduções ao universo de Edinger.
Mas o que se sobrepõe a qualquer observação é o fato de que este universo de retratos que captam loucura, marginalidade, e, em alto grau, o insólito, se apresenta sempre iluminado pelo poder de uma releitura que só pode advir de uma genuína Arte.

Projeto gráfico Shadow Design
22x28 cm | 228 páginas | português
fotos coloridas e p&b | capa dura
ISBN 85-7234-331-8


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Apresentação: Arnaldo Antunes

Fotografia: Paulo Fridman

 

Retratos falantes   livro com fotos de gente do povo tiradas por Paulo Fridman desde março de 1999 é ousado ao trazer duas fala: a do próprio retrato, que sempre diz algo do fotografado, e a fala escrita, criação dos personagens retratados, autêntico desafio para quem como é este caso   não preparou antes um script, um rascunho. Por isso mesmo o livro transpira naturalidade, um à-vontade, criando campo fácil para a emoção e o fruir estético de quem olha com atenção esses 64 retratos.
A inteligente introdução de Arnaldo Antunes revela deslumbramento: Todo mundo aqui é bonito. Nestes retratos falantes até quem é feio é bonito. Mas o essencial fator da beleza e do poder de convencimento estético dessas fotos provém de algo mais que as emoldura, qual seja a naturalidade ou certa inocência, como assinala ainda o apresentador: Mais que tudo, porém, a beleza aqui parece provir da inocência com que as pessoas se entregam à lentes de Paulo Fridman. Sem ostentação, sem máscara.
A partir dessa ótica, já é notável a foto da menina de sete anos, (pág.22), emoldurada por dois desenhos, em cujo rosto o fotógrafo parece ter captado a soma do que ela conseguiu ser até seus sete anos e tudo de luminoso que ela espera ser no futuro. Ou então a da página 62, de uma senhora de 80 anos, catadora de latinhas de alumínio, malvestida e suja, que surpreendeu o fotógrafo: texto rebuscado, português impecável. Tratava-se de Maria Augusta advogada, ex-professora!.
Todos os fotografados compuseram respostas para estas três questões: quem é você? e o futuro do Brasil? qual o seu sonho?
Vale verificar o resultado. Como o da foto 28, confessional e de áspera brevidade: Tenho 59 anos. Sou cozinheira.
Retratos falantes revela-se, então, um importante e original documento etnográfico, com o lembrete de que, a despeito de tudo, é ainda possível estar de bem com a vida. E que a ironia existe para ser saboreada, tal como o fazem as jovens da foto 80, exibindo um perfeito sorriso, grafaram: Olho por olho. Dente por dente. E, embaixo: E o mundo acabará cego e banguela.
É claro que todo esse acervo não foi dado de graça ao fotógrafo.
Quem o reuniu para o livro foram, sem dúvida, o talento, o amor evidente pelo povo, à sua sabedoria e a seu dom de inventar felicidade e pretexto para a esperança.
O livro é, por tudo o que mostra, uma amorosa visão do povo e mais uma afirmação de que nada autêntico pode existir sem ele.

Projeto gráfico de Artur Lescher e Amanda Dafoe
18x23 cm | português e inglês
fotos coloridas | capa dura
ISBN 978-85-7234-382-4

Ficha técnica
Código451
CategoriaFotografia
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